Em quase duzentos anos de existência, e mesmo intercalando períodos de crise com outros de desenvolvimento, a Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa tem desempenhado sem interrupção as suas funções, fiel à sua divisa “Pro incolumitate civium”.
Insatisfeito com a falta de instrução e o atraso português na arte de curar, um grupo de clínicos de Lisboa formou, em 1822, uma associação científica que lhes proporcionasse um ensino mútuo - a Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa. Conheça o contexto da criação de uma das Sociedades mais antigas do mundo.
Na viragem do século XIX para o século XX, a Sociedade das Ciências Médicas exerceu uma acção fundamental na resolução de problemas de Saúde Pública e de Medicina Social.
A partir da segunda metade do século XX, a Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa adoptou outro método para as suas acções, apostando em iniciativas relacionadas com a evolução da Medicina e na realização de Fora onde se discutiam matérias de importância social e médica.
Ao longo de quase duzentos anos de história da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, passaram pela instituição 60 presidentes. De Soares Franco a Sousa Martins, de Miguel Bombarda a Egas Moniz, de Cid dos Santos a João lobo Antunes e Jorge Soares. Conheça o perfil dos médicos e dos homens que conduziram o leme da SCML.
O Jornal das Ciências Médicas, publicado desde 1835, foi o primeiro jornal português de índole exclusivamente médica. É, ainda hoje, uma das revistas médicas mais antigas do mundo que ainda mantêm o título original.